Turnê celebra o sucesso do disco "Caju" e dá adeus à era aclamada da carreira de Liniker
Liniker anunciou oficialmente na última quarta-feira (18) a turnê BYE BYE CAJU, que marca a despedida do álbum “CAJU”, um dos discos mais impactantes da música brasileira recente. Realizada pela 30e em parceria com a BREU ENTERTAINMENT e apresentada pelo Itaú, o projeto celebra o sucesso do disco e dá fecha com chave de ouro a era.
A série de shows começaráem julho em São Paulo, onde a artista se apresentará no estádio Allianz Parque. Após a estreia, que promete ser histórica, a Liniker segue com shows no Rio de Janeiro, Belém e Salvador. A venda geral de ingressos começa no dia 22 de dezembro, pelo site da Eventim.
Mais do que uma sequência de apresentações, BYE BYE CAJU representa o encerramento simbólico de um ciclo artístico que redefiniu a trajetória de Liniker. O álbum, lançado em um contexto dominado pela urgência digital, propôs exatamente o oposto: escuta atenta, tempo desacelerado e uma narrativa contínua, quase cinematográfica. Não por acaso, “CAJU” foi frequentemente comparado a um filme em plano-sequência, no qual cada faixa funciona como parte essencial da história.
Com CAJU, Liniker ultrapassou fronteiras estéticas e mercadológicas. A cantora não se prendeu a formatos tradicionais, como exemplifica “Veludo Marrom”, com mais de sete minutos de duração, e reafirmou a força da autenticidade artística em tempos guiados por algoritmos. O resultado foi um impacto expressivo: mais de 380 milhões de streams, shows esgotados no Brasil e no exterior, além de reconhecimento crítico e institucional.
O disco rendeu a Liniker três prêmios Grammy Latino 2025, incluindo Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa, e quatro prêmios Multishow 2024, como Álbum do Ano e Artista do Ano. Mais do que números, CAJU se consolidou como uma obra que atravessou afetivamente o público.
A turnê de despedida promete uma experiência ainda mais imersiva. O espetáculo é guiado por um roteiro narrativo que costura músicas, imagens e movimentos, destacando temas como poder, sensualidade e transformação. Musicalmente, Liniker assume a direção ao lado de Júlio Fejuca, acompanhada por uma superbanda com sopros, backing vocals e uma base rítmica potente, reforçando o caráter grandioso do encerramento.
Para a artista, trata-se de um agradecimento direto ao público. Em comunicado, Liniker afirmou que se despede do projeto com alegria, reconhecendo a transformação pessoal e artística provocada por CAJU ao longo de dois anos de estrada.
A turnê BYE BYE CAJU passará por quatro capitais brasileiras:
São Paulo – 11 de julho de 2026 | Allianz Parque
Os ingressos variam de R$ 82,50 (meia-entrada) a R$ 1.095 (inteira do Pacote VIP). Há opções como cadeira superior, pista, cadeira inferior, pista premium e pacote VIP, com valores intermediários entre R$ 165 e R$ 595 na inteira, dependendo do setor.
Rio de Janeiro – 22 de agosto de 2026 | Farmasi Arena
Os preços vão de R$ 147,50 (meia-entrada) a R$ 1.195 (inteira do Pacote VIP). A pista inteira custa R$ 695, enquanto as cadeiras variam entre R$ 295 e R$ 645.
Belém – 19 de setembro de 2026 | Espaço Náutico Marine
Os ingressos têm valores mais acessíveis, variando de R$ 72,50 (meia-entrada) a R$ 785 (inteira do Pacote VIP). A pista inteira custa R$ 145, e a pista premium chega a R$ 285.
Salvador – 7 de novembro de 2026 | Arena Fonte Nova
Os preços começam em R$ 32,50 (meia-entrada) e podem chegar a R$ 885 (inteira do Pacote VIP). Setores como pista e cadeiras variam entre R$ 165 e R$ 385, enquanto o lounge premium alcança R$ 595 na inteira.
Clientes Itaú terão acesso à pré-venda exclusiva a partir de 18 de dezembro, com 15% de desconto e possibilidade de parcelamento. A venda geral começa em 22 de dezembro, ao meio-dia, pelo site da Eventim, além das bilheterias oficiais. Para conferir todas as informações e comprar ingressos, clique aqui.
BYE BYE CAJU não encerra apenas uma turnê, mas cristaliza o legado de um álbum que desafiou padrões e reposicionou Liniker como uma das artistas centrais da música brasileira contemporânea. Caju se despede dos palcos, mas permanece vivo na memória coletiva como o retrato de uma mulher que aprendeu a brilhar sem pedir licença.